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Devocional 27/08/2015

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Devocional retirada do livro Mananciais no Deserto

Em meio à guerra estamos orando pela paz

 

Jesus, tirando-o da multidão, à parte… (Mc 7.33.)

Paulo não só suportou as provas no meio do serviço ativo,  como na  solidão  da  prisão.  É possível  suportar-se  a  pressão  de  um  trabalho intenso, acompanhado de severo sofrimento, e depois não resistir quando deixado  à  parte,  fora  de  toda  atividade  religiosa;  quando  forçado  a  um estreito confinamento em uma prisão. Aquela ave nobre, que corta as maiores alturas, alçando-se acima das  nuvens,  conseguindo  voar  extensões  enormes,  mergulha  no desespero  quando  é  lançada  numa  gaiola,  e  forçada  a  bater  contra  as barras  da  sua  prisão  as  asas  impotentes. Você já  viu  uma grande  águia definhar  em  uma  pequena  cela,  com  a  cabeça  curvada  e  as  asas pendidas? Que imagem da tristeza e inatividade!

Paulo  na  prisão — uma  outra  visão  da  vida.  Quer  ver  como  ele enfrenta a situação? Eu o vejo olhando por cima das paredes da prisão e por  cima  da  cabeça  de  seus  inimigos.  Vejo-o  escrever  um  documento  e assinar seu nome, não o prisioneiro de Festo, nem de César; não a vítima do Sinédrio; mas — o “preso do Senhor”. Ele  via  só  a  mão  de  Deus,  em  tudo  aquilo.  Para  ele  a  prisão  se torna um palácio. Em seus corredores ecoam brados de triunfante louvor e gozo.

Impedido  de  realizar  o  trabalho  missionário  que  ele  tanto  amava, agora  constrói  um  púlpito —  uma  nova  tribuna  de  testemunho —  e daquele  lugar  de  cativeiro,  vêm  alguns  dos  mais  maravilhosos  e  mais úteis  serviços  acerca de  liberdade  cristã.  Que  preciosas  mensagens  de luz vêm daquelas sombras escuras da prisão. Pense  na  longa  linha  de  santos  aprisionados  que  se  sucederam no  rastro  do  apóstolo.  Durante  doze  longos  anos,  os  lábios  de  Bunyan estiveram silenciados na prisão de Bedford. E foi ali que ele fez a maior e  melhor obra de sua vida. Lá ele escreveu “O Peregrino”, o livro mais lido depois da Bíblia. Assim nos fala: “Na prisão, eu me sentia como em casa; sentava-me e escrevia, escrevia… pois a alegria me fazia escrever.” 

O  sonho  maravilhoso  da  longa  noite  de  Bunyan  tem  iluminado  o caminho de milhões de peregrinos cansados. Uma mulher francesa, cheia do Espírito Santo, Madame Gyuon, ficou muito tempo entre as paredes de uma prisão. Como alguns pássaros cativos cujo canto é mais belo quando estão confinados, a música de sua alma voou para muito longe daquelas paredes escuras e tem feito dissipar-se a desolação de muitos corações desalentados. Oh, a consolação celeste que se tem elevado de tantos lugares de solidão! — S. C. Rees

 

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