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Devocional 29/11/2015 |
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Devocional retirada do livro Mananciais no Deserto
Mas depois… (Hb 12.11.)
Conta uma lenda que um barão alemão mandou estender uns fios, de torre a torre do seu castelo, a fim de que os ventos fizessem deles uma harpa eólica.
Mansas brisas volteavam e volteavam o castelo, mas nenhum som musical se ouvia. Certa noite, porém, veio um grande temporal e o monte e o castelo foram vergastados pela fúria dos ventos.
O barão foi espiar da janela o terror da tempestade, e percebeu que a harpa eólica estava enchendo o ar com notas que ressoavam ainda mais alto que o clamor do temporal. Foi necessário uma tempestade para produzir a música.
E não temos nós conhecido vidas que nunca ofereceram música no dia da prosperidade mas que, açoitadas pelo temporal, deixaram pasmos os amigos, pelo vigor e poder da música desprendida? Lendo a Escritura, vejo que em Mara Houve amargura, dupla amargura: Uma das águas, Outra, que lá se fez bem clara -Que estava dentro dos corações e que saiu nas murmurações… Porém a cura foi uma só:
Foi o madeiro, que, ali lançado Trouxe doçura: sarando as águas, Curando as mágoas. E o povo então passou a ver e a conhecer O DEUS QUE SARA!
Mas foi preciso chegar a Mara!… Maras em volta… Que mostram Maras dentro de mim. .. Bendito Lenho que traz doçura! À Cruz eu venho. Toda amargura Derramo ali. Ele a conhece, – Tanto a de fora como a de dentro! – Levou-a toda Já sobre Si. E vindo assim, Experimento que JESUS sara! …Mas foi preciso passar por Mara… (Êx 15.23-26)
Você pode contar com Deus para tornar o “depois” mil vezes mais rico que o “antes”, se conhecida na dificuldade a verdadeira vitória. “Toda correção… não parece ser de gozo … mas depois…” Que colheita!
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