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Devocional 25/03/2015

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Devocional retirada do livro Mananciais no Deserto

Em meio à guerra estamos orando pela paz

 

Sem fé é impossível agradar a Deus

Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. (Hb 11.6.)

Fé para os dias de desespero. A Bíblia está cheia de dias assim. Seus registros são formados deles, seus cânticos são inspirados neles, sua profecia está ocupada com eles e sua revelação veio através deles. Os dias de desespero são as pedras que pavimentam o caminho de luz.

Parecem ter sido a oportunidade de Deus e a escola de sabedoria para o homem. No Velho Testamento, no Salmo 107, há a história de uma festa de amor; e em cada história de livramento, o ponto de desespero trouxe a oportunidade de Deus. O fim das forças humanas foi o começo do poder de Deus.

Devemos nos lembrar da promessa de uma descendência numerosa como as estrelas do céu e como a areia do mar, feita a um casal já idoso. Leiamos novamente a história do mar Vermelho e daquela libertação, e do Jordão com a arca passando em seco.

Estudemos mais uma vez as orações de Asa, Josafá e Ezequias, quando estavam em grande angústia e não sabiam o que fazer. Tornemos a ler a história de Neemias, Daniel, Oséias e Habacuque. Cheguemos com reverência ao Getsêmani e nos curvemos junto ao túmulo no Jardim de José de Arimatéia durante aqueles dias terríveis.

Busquemos o testemunho da Igreja primitiva e peçamos aos apóstolos que nos contem a história daqueles dias desesperadores. A fé não é responsável pelos nossos dias de desespero. Mas a obra da fé é dar-nos alento e mostrar a solução.

Não há um exemplo melhor dessa verdade do que o dos três jovens hebreus na fornalha. A situação era desesperadora, mas eles responderam corajosamente: “Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei.

Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que fizeste.” Eu gosto deste “se não”! Tenho espaço apenas para mencionar o Getsêmani. Conside-remos profundamente o seu “Todavia”, “Se possível… Todavia”! Profunda escuridão tinha descido sobre a alma do Senhor. Confiar-se na mão do Pai significava angústia até ao sangue e trevas até à descida ao Hades —Todavia! Todavia! — Rev. Samuel Chadwick

Havia Alguém com eles na fornalha, Uma presença augusta — era o Senhor! O mesmo Alguém promete estar comigo Sempre presente, e sei que nunca falha. Na chama ardente, no maior calor, Há Alguém comigo, perto — o Salvador!

 

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img-marcioOlá, sou o Márcio Morato e agradeço a tua visita. Deus tem um lindo propósito para você e cada dom e talento que Ele te deu é expressão de Seu grande amor. Adore a Deus devolvendo a Ele o teu melhor.

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